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ELEIÇÕES DE 2026 NO TOCANTINS: ENTRE CONTINUIDADES, RUPTURAS E A POLÍTICA DA SUCESSÃO
Gustavo Paravizo¹ O Tocantins é um dos estados mais jovens do mapa brasileiro ao lado do Amapá e de Roraima. Criada pela Constituição de 1988, a partir do desmembramento do norte de Goiás, a unidade federativa realizou sua primeira eleição ainda naquele ano e foi instalada em 1989. Com cerca de 1,18 milhão de eleitores, é também um dos menores colégios eleitorais do país. Em menos de quatro décadas, a disputa pelo Palácio Araguaia se organizou em torno de um número reduzido d

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21 de ago.


A SUCESSÃO DE FÁTIMA BEZERRA NO RIO GRANDE DO NORTE: LIMITES DA POLARIZAÇÃO NACIONAL
Alan Daniel Freire de Lacerda¹ À primeira vista, é tentador para comentaristas e formadores de opinião analisar as disputas para governador pela lente da polarização nacional. Nesse contexto, pululam no noticiário e nos comentários as categorias “lulismo” e “bolsonarismo”, que emergem como recursos úteis para simplificar a realidade na interpretação eleitoral. O impulso é ainda maior no Nordeste, região em que os candidatos do PT à Presidência têm obtido votações superlativas

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14 de ago.


AS ELEIÇÕES DE 2026 NO AMAPÁ: REORDENAMENTO ELEITORAL E CONVERSÃO À DIREITA
Ivan Henrique de Mattos e Silva¹ As eleições de 2026 no Amapá serão definidas em um cenário marcado, ao mesmo tempo, pela polarização entre lulismo e bolsonarismo, do ponto de vista do voto para a Presidência da República, pelo ocaso das principais famílias políticas do estado - processo que se arrasta desde, pelo menos, as eleições municipais de 2020 -, e pela coroação de uma trajetória acentuada de conversão à direita do padrão de voto amapaense. Território federal até 1988

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30 de jul.


DEPOIS DE DENARIUM: COALIZÕES, LIDERANÇAS E A DISPUTA PELO CAMPO CONSERVADOR EM RORAIMA
As eleições de 2026 em Roraima ocorrem em um cenário político singular. Diferentemente de estados onde a competição eleitoral se organiza em torno da disputa entre campos ideológicos claramente definidos, a política roraimense tem sido marcada pela predominância de lideranças e coalizões situadas no campo conservador.

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17 de jul.


ELEIÇÕES DE 2026 NA PARAÍBA: UM MUSEU DE GRANDES NOVIDADES
José Henrique Artigas de Godoy¹ O cenário para as próximas eleições na Paraíba indica pelo menos três aspectos distintivos em relação aos últimos pleitos no estado. Eles chamam a atenção por representarem uma mudança estrutural em relação ao padrão das disputas políticas das últimas décadas. O primeiro fator relevante é a ausência de qualquer pré-candidatura competitiva do campo progressista após quatro sucessivas gestões de governos estaduais comandados pelo PSB. O segundo a

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10 de jul.


POR QUE O PT GOVERNA O PIAUÍ HÁ MAIS DE DUAS DÉCADAS? CONTINUIDADE E MUDANÇA NA POLÍTICA ESTADUAL
Olívia Cristina Perez¹ Sávia Barreto² O que explica a permanência do PT no governo do Piauí por tantos anos? Essa pergunta permite compreender um dos fenômenos políticos mais importantes da história recente do estado. Desde a primeira vitória de Wellington Dias (PT), em 2002, o PT ocupa o centro da política estadual. Em 2026, serão 23 anos desde a chegada do partido ao comando do Executivo estadual, configurando uma das experiências mais duradouras de governos petistas no Bra

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25 de jun.


PODER, HERANÇA E DISPUTA: AS PEÇAS EM MOVIMENTO NAS ELEIÇÕES DE 2026 NO ACRE
Thales Torres Quintão¹ Nilson Euclides da Silva² As eleições de 2026 no Acre ocorrerão em um contexto marcado por duas tendências simultâneas. A primeira é a consolidação de um ciclo político conservador iniciado, sobretudo, após o enfraquecimento da Frente Popular do Acre (FPA), coalizão regional liderada pelo PT que governou o estado entre 1999 e 2018 e que congregava partidos como o PV, PCdoB, PSB, PTdoB e o PMN. A segunda é a necessidade de reorganização das elites polít

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18 de jun.


ELEIÇÕES 2026 EM SERGIPE: COALIZÕES, PALANQUES DUPLOS E REFORÇO DOS AGRUPAMENTOS DE BASE FAMILIAR
A política brasileira vem passando por modificações consideráveis nos últimos anos. O modelo do presidencialismo de coalizão, no qual o Executivo distribui cargos e recursos em troca de apoio legislativo, está em profunda transformação, com impactos sobre as disputas eleitorais nos estados e municípios do país. Por isso, a análise das eleições em Sergipe exige a articulação de, pelo menos, dois planos: o das transformações do sistema político nacional e o de suas mediações na

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11 de jun.


BOLSONARISMO E FRAGMENTAÇÃO POLÍTICA NAS ELEIÇÕES MATO-GROSSENSES
Natacha Chabalin Ferraz¹ Leomir Lemos dos Santos² Nas eleições de 2026 em Mato Grosso, pela primeira vez no século XXI, o campo progressista não dispõe de candidatura competitiva ao governo estadual. A direita, hegemônica nas urnas desde 2018, chega fragmentada em torno de um eixo estratégico eleitoral: a disputa pelo apoio do bolsonarismo, seja do ex-presidente Jair Bolsonaro, seja de seu filho, aliados e outros familiares. Há nomes viáveis oriundos do mesmo campo ideológico

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5 de jun.


PERNAMBUCO EM 2026: JOÃO CAMPOS LIDERA, RAQUEL LYRA REAGE E AS PESQUISAS PEDEM CAUTELA
Juliano Domingues¹ A eleição para o governo de Pernambuco em 2026 começa a se estruturar como uma disputa entre dois tipos de capital político-administrativo. De um lado, João Campos busca transformar a experiência acumulada na Prefeitura do Recife em credencial para governar o estado. De outro, Raquel Lyra tenta converter a aprovação crescente de seu governo em força eleitoral para a reeleição. Este artigo analisa esse cenário a partir de pesquisas eleitorais recentes, cujos

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26 de mai.
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